
O conceito de Economia de Comunhão, nasceu em Maio de 1991 por Chiara Lubich (fundadora do Movimento dos Focolares), com o objectivo de combater a pobreza e a exclusão social. Segundo Chiara, este combate teria de ser feito apoiando-se em alguns princípios, incluindo, a destinação dos lucros, o ser humano como centro da actividade económica e o relacionamento ético entre, clientes, empresas, fornecedores, concorrentes e até o próprio Estado.
Baseando-se nesta forma de gerir as empresas, de maneira a que estas contribuíssem para uma sociedade e uma actividade económica mais saudável, Chiara defendeu as seguintes medidas:
- Incentivo da gratuidade e solidariedade, para com as pessoas desfavorecidas;
- Promoção da distribuição da riqueza, isto é, criação de postos de trabalho, doações monetárias e investimentos financeiros em criação de novas empresas com o mesmo fim, desenvolvendo uma cultura de partilha.
Em meados de 2003, toda esta teoria económica tinha atingido um número razoável (mas não suficiente) de empresas a aderir ao movimento das Empresas de Comunhão. Estima-se que por essa altura já cerca de 800 empresas teriam aderido e mais, cerca de 1.800.000, 00 Euros de lucros teriam sido distribuidos pelas fundações de solidariedade e pelas pessoas mais carenciadas. Segundo Chiara, este é o modelo a seguir, no que à gestão das pessoas e das empresas diz respeito, pois só assim é possível criar harmonia no mercado de trabalho.
É esta a solução para a crise do actual sistema económico mundial? Talvez, e a mim não me parece mau de todo.
Baseando-se nesta forma de gerir as empresas, de maneira a que estas contribuíssem para uma sociedade e uma actividade económica mais saudável, Chiara defendeu as seguintes medidas:
- Incentivo da gratuidade e solidariedade, para com as pessoas desfavorecidas;
- Promoção da distribuição da riqueza, isto é, criação de postos de trabalho, doações monetárias e investimentos financeiros em criação de novas empresas com o mesmo fim, desenvolvendo uma cultura de partilha.
Em meados de 2003, toda esta teoria económica tinha atingido um número razoável (mas não suficiente) de empresas a aderir ao movimento das Empresas de Comunhão. Estima-se que por essa altura já cerca de 800 empresas teriam aderido e mais, cerca de 1.800.000, 00 Euros de lucros teriam sido distribuidos pelas fundações de solidariedade e pelas pessoas mais carenciadas. Segundo Chiara, este é o modelo a seguir, no que à gestão das pessoas e das empresas diz respeito, pois só assim é possível criar harmonia no mercado de trabalho.
É esta a solução para a crise do actual sistema económico mundial? Talvez, e a mim não me parece mau de todo.
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